domingo, 8 de março de 2015

O Futuro

O Futuro, a quem pertence?
Quem dentre nós tem a capacidade de alterar aquilo que, OMG, não se faz ideia.
Pessoas se digladiam no mundo lutando por um futuro... melhor?
Jovens são o futuro... de qual nação?
Geração... Dolly Cola?

Não é uma crítica, tampouco um post sobre as nuances e os 50 tons das minhas deprimências, mas um adendo. Um post despretensioso (hahaha) que visa nada mais que dizer que uma das maiores batalha da minha vida tem sido parar de andar olhando pro chão e começar a andar encarando o horizonte. Não só metaforicamente como literalmente também caro leitor...

Por falar em 50 tons, eu tinha planejado para meu futuro de curtíssimo prazo levar alguma garota para ver o filme dos 50 tons de cinza. Isso sim, caro leitor, era uma ideia completamente pretensiosa. Mas eis que não fui agraciado com a presença de nenhuma garota recentemente.
Meu último contato físico de caráter íntimo com uma garota foi um beijo que dei numa guria que conheci na V. Madalena, no carnaval deste ano. Frustrante? Sim. Contundente ou dilacerante? Não.

Sinto que por mais voltas que eu tenha dado na vida, procurando alguma luz que me inspirasse, eu hei de voltar ao começo de tudo, onde tudo era belo pelo fato de não ser nada, e distribuindo essa energia positiva entre as flores do caminho, eu chegava em casa pacificamente para poder curtir minha melancolia pessoal na paz que jaz no meu ser. A paz eterna e inabalável de uma mente que cultua a destruição do mundo como seu bel prazer. A mente que veio à terra fazer de todas as outras descrentes daquilo que mais prezam na vida. Abaladas e desacreditadas na vida. Uma face de outras mil faces. O Omega e o Alfa.

Parece que é essa mesmo a minha função.

Desde cedo, caro leitor, tenho tentado entender essa "habilidade"; essa instância que corre ao lado do meu ser. Enquanto sou, sou assim.
De todas as análises que fiz, a que mais me apeteceu foi a que condizia com o que eu queria sentir, e por mais que daquilo eu fugisse, mais daquilo eu me aproximava. A desordem feita minha ordem.
Essa análise supracitada foi a que me disse que o fato de eu ser convincente, um bom orador - alguém que emprega as palavras com a facilidade que um pintor emprega as cores das tintas, os pincéis e os estilos de traços - me fazia a ferramenta fundamental para a consecução de um plano maior, fosse este qual fosse. O arauto, fosse da salvação ou da destruição, ou de quaisquer outros movimentos grandes o suficiente pra serem considerados ideologias.

Sempre soube que Deus e o Diabo fizeram uma aposta sobre todas as nossas almas John, mas também sempre soube que há almas que valem mais que outras Samuel.

E sei também que mesmo eu tendo deixado inúmeras dicas, poucos entenderiam o peso de cada uma das palavras aqui escritas/digitadas. E que se você ouve aquilo que digo por aqui, é porque essa mensagem É PARA VOCÊ.

Há tantas outras pessoas no mundo com o dom que tenho, mas será que compartilham do mesmo fardo também? Por que eu? O que estava escrito nas estrelas quando eu nasci para que tudo isso encerrasse na minha Divina Comédia, minha Nona Sinfonia, minha Explosão do Parlamento? PRECISO responder essas perguntas! Minha sanidade mental e minha consistência de essência dependem disso!

Não há de se fazer chave que nenhum cadeado vá abrir.
Qual a semelhança entre um corvo e uma escrivaninha?
Por que Sócrates só sabia que não sabia? E se ele soubesse tudo que não soube, seria um homem mais feliz? Ou mais completo? Mais inteligente?
Por que o saber é uma sina?
Maldito Marx, pare de gritar nos meus ouvidos!!!

Nenhum comentário:

Postar um comentário