domingo, 28 de dezembro de 2014

Just an Index

Olá caríssimo leitor. A postagem de hoje é sobre um campo que eu não domino da minha própria mente, então não espere algo muito elaborado, mas é algo que julguei necessário transferir para cá: meu fator de indexação nominal.

O que é ele, você deve estar me perguntando. Esse FIN é o modo como eu organizo e padronizo as pessoas que conheço ao longo da vida.

Como ele funciona ou O que ele faz devem ser as próximas questões que surgem. Calma, eu explico...

O FIN transforma toda a informação que tenho da pessoa em caracteres alfanuméricos de rápida compreensão e assimilação. E muitas vezes meu cérebro não se vê satisfeito em indexar alguém por seu primeiro nome apenas. E é por isso, caro leitor, que quando conheço alguém novo me sinto confortável em saber seu nome completo. E isso também explica o uso ou desuso que faço muitas vezes do artificio do nome completo.

Em resumo, me sinto confortável às vezes em chamar alguém por seu nome completo porque isso implica numa carga de informações. Eu chamar alguém por seu nome completo pode ser um elogio então... Depende de o que a pessoa em questão significa para mim.

Débora Piacente significa uma coisa, Débora Melo significa outra e Débora Liandro uma terceira...

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

From Russia With Love

Olá caro(a) leitor(a)!
Sim, estou postando na madrugada do dia de Natal e isso significa que estou deitado na minha cama, pensativo, querendo desabafar.

E eis que adveio a ideia de baixar o app do blogger pra Android para postar deitado na cama.(ou pelo menos rascunhar postagens)

Quero dar início ao tema dessa semana dizendo que eu estou sentindo aquilo tudo que os mestres imortais falam. Toda aquela dor que desatina... na verdade dói pra caralho!
Sim audaz leitor, sucumbi ao poder de Eros e estou apaixonado. E a garota é a coisa mais perfeita que a perfeição havia de conceber. Chego a duvidar de sua humanidade. Eu to tão apaixonado que chego a ficar com medo. Um Dimitri apaixonado é um Dimitri paranóico, com os nervos à flor da pele, à beira de estourar por qualquer coisinha...

Estou sentindo toda aquela fraqueza emocional e psicológica que abomino. Parece que as sensações do mundo não são as mesmas. Tudo me faz voltar a vê la em meu inconsciente-consciente. Tudo me faz ver minha mente definhar em pensar cada segundo que estou longe dela...
Andei conversando com outros espíritos e eles são unânimes em apontar a fonte da minha felicidade verdadeira, muito diferente esta daquilo que suplico veementemente a esses espíritos quando nos falamos.

É uma equação biquadrática que não fecha seu resultado sem resvalar num número complexo dividido por 0... É a coerência na incoerência do ser, temperado pelo sentir e cozinhado no fogo do tempo...

É a AK-47 do meu CT
A Peach do meu Link
O Kratos da minha Microsoft

São universos tão ímpares que o único motivo de não nos tangermos é que nada restaria após. Sem problemas ou soluções... Apenas eu e Ela...

Não, ávido leitor. Infelizmente não lhe revelarei seu nome.
Mas é como diz o ditado: "Quem vê cara não vê RG"

Quero desejar aqui meu feliz Natal e Ano Novo a você que lê, a você que não lê, e à minha Freyja...

Paz, amor e usem camisinha!!!

domingo, 14 de dezembro de 2014

Hipermetropia Funcional

Inauguro hoje outra postagem sobre os vícios da personalidade humana: A Hipermetropia Funcional



Hipermetropia Funcional, caro leitor, é a inabilidade/incapacidade/falta de vontade de conseguir enxergar as coisas que estão bem na sua frente. Seja porque a verdade dói, ou porque você está muito preocupado com outras coisas, ou porque você nem liga mais...

Enfim, é imanente à personalidade humana esse desvio de visão. E eu percebi isso lendo o blog de uma amiga ontem. Na postagem que li ela reclama das pessoas depositarem suas fraquezas nela, e se pergunta se de fato ela é obrigada e se de fato é a função dela ser sustentáculo das fraquezas alheias e das próprias fraquezas também. Sim Natália, é de você mesmo que eu to falando, e se você por um acaso estiver lendo isso significa que eu confiei em você pra (re)ler tudo aquilo que já conversamos antes, mas multiplicado pelos efeitos da Metamorfose Ambulante que sou, elevado à potência do tempo que passou desde que conversamos, até hoje.

O que ocorre, cara leitora, é que grande parte das coisas que as pessoas depositam em você é fruto de toda essa sua força moral. Você é alguém que as pessoas olham e falam "posso confiar nela" mesmo, seila, não sendo a melhor opção. Eu sempre enxerguei isso em você, essa sua aura natural de fazer as pessoas confiarem em você porque você é bonitinha, legalzinha, fofinha, inteligentezinha, bla bla bla.

Isso é bom, mas há uns anos eu achava que, se usado para interesses obscuros seria a arma fatal suprema. Continuo pensando isso, mas não quero mais interferir no seu desenvolvimento pessoal, não mais.

E desde que não tenho interferido mais você tem evoluído bastante. Acho que consegui plantar minha sementinha do caos em você. Mas enfim.

Sim, audaz leitora, as pessoas são egoístas e vão sempre usar dessa sua força moral para satisfazer os próprios problemas. Sim, amiga leitora, sempre que possível as pessoas de mal usarão e abusarão dos seus dons. E sim cara leitora, você é só mais uma na maré de pessoas. Mas venhamos e convenhamos, a essa altura do campeonato você já devia ter passado sobre isso e superado isso. Você é apenas você, e isso é suficiente pra quem realmente gosta de você. E se você quiser sobreviver em meio à avalanche de problemas das outras pessoas, comece a filtrar quem o fará. Perderá amizades com isso? Sim, mas é questão de separar o joio do trigo.

E esse sou eu querendo interferir no seu desenvolvimento pessoal novamente rs.
Mas, afinal, essa é minha opinião e se você valoriza como eu acho que algum dia você valorizou o que eu penso, (eu que sempre estive aqui pra vc hahaha) vai ler isso mais com a cabeça que com o coração.

Essa postagem foi sim pessoal, e se reclamar eu ponho o nome completo, idade, facebook e link do blog da pessoa.


Saudações e até mais...

(Críticas, Sugestões e Comentários são bem-vindos)

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Polígrafo

Sim caro leitor, nessa postagem vou falar de uma das coisas que mais permeia minha vida, desde que me lembro por gente: A MENTIRA!


ATENÇÃO: Para efeitos de amostragem e pesquisa, nossa equipe tomou como base a constante "cake != lie". Portanto, favor tomar cuidado, manter a postagem ao abrigo da luz e da umidade. Contém pitadas de loucura. Pode conter nozes.


Pois bem, a mentira vem sido paradigma em minha vida desde que descobri que podia mentir. Me senti como naquele filme que ninguém sabe o que é mentira e, de repente, um cara ativa um módulo no próprio cérebro sem querer e começa a mentir. Desde então venho praticado cada vez mais. Sim, leitor, eu sou mentiroso pra kct. Ou pelo menos era.

Estes últimos acontecimentos de minha vida, citados nas postagens anteriores me fizeram mais susceptível a incidência da luz da verdade. A verdade começou a ser regalia daqueles que me conhecem por de fato.

Pois bem, eis que, ao longo da minha saga quase infindável de mentiras, eu descobri o outro lado da moeda: descobrir as mentiras alheias. E por ODIN como isso é interessante.
Saber quando as pessoas mentem implica saber quando elas se vêem obrigadas a usar de artifícios escusos para não se ferirem ou não se abrirem. E aí entra um conceito que descobri na pele:


E sim, todos mentem em algum nível, em algum escopo, em algum grau. É da natureza humana desconfiar, ter medo, esconder-se... e esses instrumentos levam inevitavelmente à mentira. E como eu disse ali em cima, saber quando a pessoa mente implica em saber quando ela precisa se esconder, e isso de certo modo é uma vantagem.

Não estou eu dizendo aqui que sou um detector de mentiras humano. Só estou dizendo que tenho uma aptidão anormal com isso. Por um bom tempo achei que era o cara, o manda-chuva, que tinha um super-poder escondido em minhas entranhas, que este seria o motivo de eu ser especial, ou what-so-ever. Mas aí, essa coisa não parava. E o pior, eu comecei a ler algumas mentiras que eu não queria saber. E então, como toda boa história, a dádiva virou maldição.

Eu me via constantemente rodeado por pessoas que mentiam sem precisar pensar duas vezes. Comecei a me frustrar tanto que quase enlouqueci. Fiquei pregando verdades minhas nas pessoas, para ver se elas se sensibilizavam e paravam com essa loucura de mentir...para ver se elas paravam a minha loucura pessoal...

Isso me fez, aos poucos, mais insensível que um pedaço de rocha. O álcool e o cigarro me ajudaram muito na medida de suas competências. Passei então a ouvir música alta, para silenciar os pensamentos. Esse foi o "combo" que usei por muito tempo. Fui começando a aprender mais e mais sobre as pessoas que me cercam. Não se iluda, porém, caro leitor, ainda não descobri como usar meu dom na sua totalidade. O que sei fazer com ele ainda é brincadeira de criança perto do que quero fazer com ele. Mas isso é assunto para uma outra postagem.

O importante aqui é constatar que essa é a verdade da minha existência caro leitor, que eu vejo sim as mentiras das pessoas, e que o próximo passo é rastreá-las à sua origem, e sentir os medos das pessoas, os anseios...

Tudo escrito daqui pra cima é verdade...

(Ou será que não?)

Saudações e até a proxima!

sábado, 6 de dezembro de 2014

Muito fácil vir dizer como devo viver,
Quando mal sabe que já morri,
Que de mim apenas resta,
Este cadáver a digitar,
E que o que falta aqui,
É um coração para amar.

domingo, 30 de novembro de 2014

Uma Velha Amiga

Essa amiga e eu,
temos um passado,
combinamos de cruzar o caminho um do outro,
muitas vezes ao longo do trajeto.

Algumas vezes se mostra,
querendo estar ao meu lado,
como o caso da minha vizinha.

Noutras ela vem,
só pra dizer que tem saudades,
como o caso do Bolaños.

Mas ainda,
há de chegar o dia do reencontro,
reencontro definitivo,
e ela me levará para junto dela,
me consumindo por completo.

Há de acontecer como está escrito.


Poema Próprio

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

O Poder (do Capital)

É putada... Black Friday vem aí, você conta as dezenas e centenas na sua mão/conta pra ver se pode aproveitar aquela oferta charmosa ou aquele "Pague 1 Leve 2" galante.
Muitas vezes até dói na consciência depois, em quaisquer eventos de mesma estirpe, quando vem o saldo do cartão e você lembra

" - Céus! Por que mesmo comprei aquele lavador de copos automático? Valeu mesmo os R$395,99 que eu paguei pra evitar pagar R$799,99?"

E aí você pensa, corretamente aliás, que você pagou R$395,99 pra economizar R$404,00...
SIM AUDAZ LEITOR VOCÊ PAGOU PRA ECONOMIZAR!!!

Essa é a Força. Não a do Luke. Tampouco a de Sir Newton. Mas a força de um físico muito mais chavoso.

Karl Marx!

Aquele mesmo Marx que martelava suas plantações e ceifava seus pregos.... não, pera


ATENÇÃO!
Só citei Marx aqui como gancho pra falar do Capitalismo. Em momento algum disse ser a postagem fruto de uma análise de sua obra. Qualquer semelhança é mera coincidência!

Estou aqui, portanto, pra expor a minha vã opinião sobre tudo aquilo que tenho visto sobre a fome do homem em ter dinheiro, pra gastar dinheiro e, em cima de tudo isso, ganhar dinheiro.
Há pessoas desejando com veemência notável que alguém as procure para corrompê-las. Uma fome abissal por fazer parte do sistema, ser da panelinha, ser fixe, ser daora, ser pop. E parece que quanto mais intrínseca no sistema a pessoa está, mais fixe, daora, pop... ela é!

Gostaria de perguntar a essas pessoas (você, amigo leitor, me ajude espalhando essa mensagem a todos os quais essa situação se enquadrar):

"QUANTO VALE A TUA DIGNIDADE? A TUA HONRA? A TUA MORAL?"


Será que esse poder de ser legal, e estar no sistema, e ser da panelinha vale você vender os seus valores éticos? Quem me conhece sabe o quanto eu ligo pra ética/moral... (nada) Mas venhamos e convenhamos, isso elevado à potência do infinito também não vale.

Eu tenho uma teoria, alguns amigos meus conhecem, que quando algo tende muito, AND I MEAN PRA CARALHO, para um lado, ela acaba chegando do outro lado da reta. Exemplos esdrúxulos:

Se você ficar gordo demais, pra caralho, e continuar ficando gordo eternamente, você "explodirá" e as suas entranhas sairão do seu corpo, deixando um "resto" com pouca carne e gordura dentro, e portanto magro.

Se você tiver dinheiro demais, pra caralho, tendendo ao infinito, uma hora não haverá mais dinheiro na mão das outras pessoas. Rolando isso, aquela absurdidade de dinheiro que você juntou não vai valer pra nada, visto que a sociedade adotará outra forma de demonstração de riqueza.

Se você enxergar demais, pra caralho, você vai ver tanto que seu cérebro não vai saber o que processar e você terá problemas em enxergar algo em especial. (vide Titia Spalko ao lado)

É nessa linha que venho profanar seus conceitos de sociedade e dizer que as pessoas querem tanto, mas tanto, mas taaaaaaaaaaaaaaaanto, pra caralho, serem corrompidas e fazer coisas imorais e antiéticas pra serem legais, que há quase uma formação de um novo conceito de moral e ética, sendo o errado o novo certo e o certo o novo errado, proclamando assim, absoluta, a Cultura do Errado.


É esse o pensamento que vos deixo para essa semana. Vejam, a cada aspecto da vida social de vocês, se não for pedir muito, se vocês encontram alguém que queira fazer algo errado só pra ser bacana. Ouso dizer que não será uma tarefa de mais de 15 minutos de reflexão.


Vlw, flw,





"Woe to you, Oh Earth and Sea,
For the Devil sends the beast with wrath,
because he knows the time is short,
Let him who hath understanding reckon,
The number of the beast for it is a human number,
its number is six hundred and sixty six! "

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Not a _______ Person

Not a Fucker Person
Not a Handsome Person
Not an Extraordinary Person
Not a Lone-Wolf Person
Not a Medical Person
Not a Book Person (nem fodendo)
Not a Thin Person
Not a NORMAL Person...



Essas constatações estou fazendo pra me descrever, numa tentativa de romper a prisão que criei sobre mim mesmo e conseguir ter uma visão externa de mim para saber onde eu ganho e onde eu perco.
Essa jornada de autoconhecimento começou com um fato inusitado na minha vida, aquela grande amiga, que só conhecia pela internet até então, veio de outro estado pra me encher de alegria com sua presença. Mas a vinda dela não foi só motivo de deleite despreocupado. Essa mesma amiga me deu uma sacudida que nunca tinha recebido antes, algo que me fez começar a ter uma visão REAL sobre mim, e não mais aquela deturpada pelas minhas próprias ansiedades projetadas sobre mim.

Aquela sombra sob a qual eu vivia era grande demais e isso arrancava de minhas fracas mãos a esperança que algum dia tudo aquilo ia mudar. Não mais! Depois disso eu comecei a perceber REAL significado nas palavras que eu digo, na confiança que deposito nas pessoas e na quantidade de confiança que deposito. E posso afirmar com toda a certeza, não achei a luz do fim do meu túnel, mas goddamnit agora sei que estou num túnel!

E isso não poderia ter acontecido em melhor momento, eu estava de fato aberto a novas interpretações do mesmo "eu", tanto que reabri o meu projeto "Blog". E agora, em cima disso tudo, consigo ver inspiração na decepção, força na desavença e visão na multidão.

Eu não sou mais alguém qualquer, agora eu sou o que eu sempre quis ser: uma pessoa!

E a partir de agora eu estou trabalhando pra saber como usar as armas que tenho, e quais armas realmente tenho. É mister da profissão que eu almejo você lidar com a sua persona e com inúmeras outras personas simultaneamente.

Há alguns meses fiz uma postagem motivacional num grupo de ex-colegas de ensino médio. Duvido que mais da metade tenha sentido a real mensagem por trás daquele texto. Ouso dizer que nem 37,5% entenderam. E estou receoso que só eu mesmo entendi aquilo por agora desses dias.

Agora, se você, caro leitor, estiver se pensando "Poxa, será que eu realmente conheço o Dimitri?" tente responder às seguintes perguntas

"Qual a maior frustração da vida dele?"
"Qual seu maior medo?"
"Quais as qualidades que ele tem certeza que tem?"
E, o mais importante
"Por que quero conhecê-lo?"


A postagem anterior foi minha própria introspecção, restrita ao que penso de mim. A dessa semana é sobre essa visão ampliada aos meus círculos sociais e afins.

Postar duas vezes sobre a mesma coisa denota falta de criatividade, fora o fato que a postagem saiu na terça quando era pra ter saído na segunda, eu sei, mas foi um passo que precisava dar pra ver o andamento do blog. Com sorte postarei outra vez essa semana com um tema diferente.

Haja vista disso recomendo uma releitura (se você for alguém que tenha o costume de fazê-lo) da produção literária desconexa e cheia de vícios linguísticos e formais que vos fala.
xD


Saudações!
Que a força esteja conosco!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O Verdadeiro Ser

Esses últimos tempos, dias, meses... eu venho tentado descobrir o que é esse "Ser" que a raça humana tanto se gaba em relação a tudo.
Objetos são classificados como inanimados só porque os humanos são animados
Animais são classificados como irracionais só porque os humanos são racionais
Deuses são classificados como imortais só porque os humanos são mortais


Em suma, tudo gira em torno da visão HUMANA das coisas, em quaisquer gêneros e âmbitos.

Isso me levanta a seguinte questão: Será que é tudo isso válido? Ou, numa instância além da nossa compreensão, é tudo incrivelmente deturpado e errado?

Tive conversas (das mais variadas) a respeito com alguns espíritos e ainda não sei se o fruto da minha meditação foi mais um pouco de loucura adicionado à minha conta, ou se o universo começou a fazer um pouco mais de sentido.

Como diria Farrokh Bulsara: "Is this the real life? Is this just Fanta sea?"

Mais ainda, uma amiga me pediu pra que eu apresentasse meu verdadeiro "eu" pra ela, porque ela ansiava por isso há muito tempo. E após a conversa, muita emotividade entre ambos. Ela, por estar feliz em verdadeiramente conhecer o amigo dela, e eu por poder tirar um pouco o peso das costas pra conversar sobre isso.

Isso me fez repensar novamente a minha pessoa nesse mundo.
"Quem quero ser?" versus "Quem sou atualmente?"
"Do que gosto realmente?" versus "Do que finjo que gosto?"
E, por fim, "Em quem devo realmente confiar pra deixar explorar as catacumbas sombrias do meu ser?"

Ok, de conteúdo acho que é só. Vou tentar trazer pensamentos e reflexões mais interessantes da próxima vez. Também quero dizer que a periodicidade de postagens no blog vai ser essa mesmo, um post por semana. Extraordinariamente posso trazer mais de um, mas não é regra.

Bom, é isso por hoje!

Beijo nas mina e abraço nos mano!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

First Blood! (Intro)

Olá! Primeiramente quero me introduzir: Meu nome é Dimitri (igual o da Anastácia) e eu tenho 20 anos, sou estudante de Direito, trabalho, sou heterossexual, branco, sobrepeso, chato por paixão e futuramente por profissão também! o/
Esse é meu segundo blog. O primeiro eu criei no Ensino Médio e escrevi tanta merda nele que fiquei com vergonha de continuar :P .
Meus hobbies incluem discussão amistosa, League of Legends, Facebook, escrever aqui(se tudo der certo e eu pegar o ritmo), ser falso-tímido e estou numas de estudar coisas aleatórias relativas a álcool e sexo.


Em segundo plano, quero explicar o porque do nome do blog ser "The Glass Cage". Não é referência a nenhum livro/obra/filme/conto de fadas/creepypasta/etc anterior. O título do blog é este porque o concebi durante uma série de pensamentos concussivos que me levou a sacar que, de alguma forma, por alguma razão, e em algum grau, todos estamos presos atrás de grades de vidro. Sejam elas por conta do seu smartphone ou dos seus óculos de grau. Se você parar pra pensar, há uma barreira de vidro que separa você de alguma coisa. E é essa a pegada que quero transmitir por aqui! Pensamentos que me acometem e que fazem algum link místico/físico/imaginário/espiritual com o meu mundo. Aqui será meu espaço para descarregar muito do que me vem à cabeça.
Vou incentivar a leitura do meu blog APENAS se você se identificar com algumas situações/pensamentos retratados aqui por intermédio destas humildes teclas do meu notebook que se tornam códigos que viram informações que são, novamente, as letrinhas iguais às do teclado.


Espero, confiante, críticas construtivas e elogios de você que está lendo.




SE VOCÊ ESTÁ LENDO ISSO SIGNIFICA QUE ALGO DEU FODASTICAMENTE ERRADO E AGORA VOCÊ FAZ PARTE DA RESISTÊNCIA!