terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Ao Leitor, com carinho

Eu estou com um bloqueio mental muito forte caro leitor...

Os pensamentos se esvaem por dentre os dedos como areia.

São tantas coisas na cabeça que não quero colocar no papel.

Sinto-me explodindo em pensamentos. E novamente a ansiedade toma conta.

Vou escrever um conto de terror, e inventar um molotov estiloso, fazer um aparelho digno do professor pardal, sair feito um motoqueiro mesmo estando de carro, vou casar com ELA, vou viver pra fazer sexo novamente, vou conseguir emagrecer efetivamente, vou descobrir outro eu nesse mundo, e se estiver com sorte, tudo antes do meio dia...

"Seize the day or die regreting the time you lost"

Todo esse mundo não cabe na minha cabeça... Sinto que preciso abrir um furo pra aliviar a pressão.

Brincar com pensamentos alheios é divertido, mas solitário.

3 voltas inteiras na terra e seu grande trunfo é ter tropeçado e caído bem.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Oh Oh here she comes... (8)

Ela veio,
Ela chegou,
Não sei se morro de alegria,
Ou de aflição.

Por mais que eu a ame,
Há de se pontuar,
Amor verdadeiro é,
Aquele que não se forçar.

As idas e vindas do amor,
Irei encarar novamente,
Quem sabe eu não me dê mal,
Quem sabe eu até tente...

Quem sabe ela goste de mim,
Quem sabe eu não falhe na missão,
Faria de mim feliz,
Feliz até não aguentar mais não...

Esses versinhos aqui eu deixo,
Pra saber sempre onde estou,
Partindo daqui vou indo,
Só não sei dizer onde vou...

...ou se volto...

domingo, 28 de dezembro de 2014

Just an Index

Olá caríssimo leitor. A postagem de hoje é sobre um campo que eu não domino da minha própria mente, então não espere algo muito elaborado, mas é algo que julguei necessário transferir para cá: meu fator de indexação nominal.

O que é ele, você deve estar me perguntando. Esse FIN é o modo como eu organizo e padronizo as pessoas que conheço ao longo da vida.

Como ele funciona ou O que ele faz devem ser as próximas questões que surgem. Calma, eu explico...

O FIN transforma toda a informação que tenho da pessoa em caracteres alfanuméricos de rápida compreensão e assimilação. E muitas vezes meu cérebro não se vê satisfeito em indexar alguém por seu primeiro nome apenas. E é por isso, caro leitor, que quando conheço alguém novo me sinto confortável em saber seu nome completo. E isso também explica o uso ou desuso que faço muitas vezes do artificio do nome completo.

Em resumo, me sinto confortável às vezes em chamar alguém por seu nome completo porque isso implica numa carga de informações. Eu chamar alguém por seu nome completo pode ser um elogio então... Depende de o que a pessoa em questão significa para mim.

Débora Piacente significa uma coisa, Débora Melo significa outra e Débora Liandro uma terceira...

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

From Russia With Love

Olá caro(a) leitor(a)!
Sim, estou postando na madrugada do dia de Natal e isso significa que estou deitado na minha cama, pensativo, querendo desabafar.

E eis que adveio a ideia de baixar o app do blogger pra Android para postar deitado na cama.(ou pelo menos rascunhar postagens)

Quero dar início ao tema dessa semana dizendo que eu estou sentindo aquilo tudo que os mestres imortais falam. Toda aquela dor que desatina... na verdade dói pra caralho!
Sim audaz leitor, sucumbi ao poder de Eros e estou apaixonado. E a garota é a coisa mais perfeita que a perfeição havia de conceber. Chego a duvidar de sua humanidade. Eu to tão apaixonado que chego a ficar com medo. Um Dimitri apaixonado é um Dimitri paranóico, com os nervos à flor da pele, à beira de estourar por qualquer coisinha...

Estou sentindo toda aquela fraqueza emocional e psicológica que abomino. Parece que as sensações do mundo não são as mesmas. Tudo me faz voltar a vê la em meu inconsciente-consciente. Tudo me faz ver minha mente definhar em pensar cada segundo que estou longe dela...
Andei conversando com outros espíritos e eles são unânimes em apontar a fonte da minha felicidade verdadeira, muito diferente esta daquilo que suplico veementemente a esses espíritos quando nos falamos.

É uma equação biquadrática que não fecha seu resultado sem resvalar num número complexo dividido por 0... É a coerência na incoerência do ser, temperado pelo sentir e cozinhado no fogo do tempo...

É a AK-47 do meu CT
A Peach do meu Link
O Kratos da minha Microsoft

São universos tão ímpares que o único motivo de não nos tangermos é que nada restaria após. Sem problemas ou soluções... Apenas eu e Ela...

Não, ávido leitor. Infelizmente não lhe revelarei seu nome.
Mas é como diz o ditado: "Quem vê cara não vê RG"

Quero desejar aqui meu feliz Natal e Ano Novo a você que lê, a você que não lê, e à minha Freyja...

Paz, amor e usem camisinha!!!

domingo, 14 de dezembro de 2014

Hipermetropia Funcional

Inauguro hoje outra postagem sobre os vícios da personalidade humana: A Hipermetropia Funcional



Hipermetropia Funcional, caro leitor, é a inabilidade/incapacidade/falta de vontade de conseguir enxergar as coisas que estão bem na sua frente. Seja porque a verdade dói, ou porque você está muito preocupado com outras coisas, ou porque você nem liga mais...

Enfim, é imanente à personalidade humana esse desvio de visão. E eu percebi isso lendo o blog de uma amiga ontem. Na postagem que li ela reclama das pessoas depositarem suas fraquezas nela, e se pergunta se de fato ela é obrigada e se de fato é a função dela ser sustentáculo das fraquezas alheias e das próprias fraquezas também. Sim Natália, é de você mesmo que eu to falando, e se você por um acaso estiver lendo isso significa que eu confiei em você pra (re)ler tudo aquilo que já conversamos antes, mas multiplicado pelos efeitos da Metamorfose Ambulante que sou, elevado à potência do tempo que passou desde que conversamos, até hoje.

O que ocorre, cara leitora, é que grande parte das coisas que as pessoas depositam em você é fruto de toda essa sua força moral. Você é alguém que as pessoas olham e falam "posso confiar nela" mesmo, seila, não sendo a melhor opção. Eu sempre enxerguei isso em você, essa sua aura natural de fazer as pessoas confiarem em você porque você é bonitinha, legalzinha, fofinha, inteligentezinha, bla bla bla.

Isso é bom, mas há uns anos eu achava que, se usado para interesses obscuros seria a arma fatal suprema. Continuo pensando isso, mas não quero mais interferir no seu desenvolvimento pessoal, não mais.

E desde que não tenho interferido mais você tem evoluído bastante. Acho que consegui plantar minha sementinha do caos em você. Mas enfim.

Sim, audaz leitora, as pessoas são egoístas e vão sempre usar dessa sua força moral para satisfazer os próprios problemas. Sim, amiga leitora, sempre que possível as pessoas de mal usarão e abusarão dos seus dons. E sim cara leitora, você é só mais uma na maré de pessoas. Mas venhamos e convenhamos, a essa altura do campeonato você já devia ter passado sobre isso e superado isso. Você é apenas você, e isso é suficiente pra quem realmente gosta de você. E se você quiser sobreviver em meio à avalanche de problemas das outras pessoas, comece a filtrar quem o fará. Perderá amizades com isso? Sim, mas é questão de separar o joio do trigo.

E esse sou eu querendo interferir no seu desenvolvimento pessoal novamente rs.
Mas, afinal, essa é minha opinião e se você valoriza como eu acho que algum dia você valorizou o que eu penso, (eu que sempre estive aqui pra vc hahaha) vai ler isso mais com a cabeça que com o coração.

Essa postagem foi sim pessoal, e se reclamar eu ponho o nome completo, idade, facebook e link do blog da pessoa.


Saudações e até mais...

(Críticas, Sugestões e Comentários são bem-vindos)

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Polígrafo

Sim caro leitor, nessa postagem vou falar de uma das coisas que mais permeia minha vida, desde que me lembro por gente: A MENTIRA!


ATENÇÃO: Para efeitos de amostragem e pesquisa, nossa equipe tomou como base a constante "cake != lie". Portanto, favor tomar cuidado, manter a postagem ao abrigo da luz e da umidade. Contém pitadas de loucura. Pode conter nozes.


Pois bem, a mentira vem sido paradigma em minha vida desde que descobri que podia mentir. Me senti como naquele filme que ninguém sabe o que é mentira e, de repente, um cara ativa um módulo no próprio cérebro sem querer e começa a mentir. Desde então venho praticado cada vez mais. Sim, leitor, eu sou mentiroso pra kct. Ou pelo menos era.

Estes últimos acontecimentos de minha vida, citados nas postagens anteriores me fizeram mais susceptível a incidência da luz da verdade. A verdade começou a ser regalia daqueles que me conhecem por de fato.

Pois bem, eis que, ao longo da minha saga quase infindável de mentiras, eu descobri o outro lado da moeda: descobrir as mentiras alheias. E por ODIN como isso é interessante.
Saber quando as pessoas mentem implica saber quando elas se vêem obrigadas a usar de artifícios escusos para não se ferirem ou não se abrirem. E aí entra um conceito que descobri na pele:


E sim, todos mentem em algum nível, em algum escopo, em algum grau. É da natureza humana desconfiar, ter medo, esconder-se... e esses instrumentos levam inevitavelmente à mentira. E como eu disse ali em cima, saber quando a pessoa mente implica em saber quando ela precisa se esconder, e isso de certo modo é uma vantagem.

Não estou eu dizendo aqui que sou um detector de mentiras humano. Só estou dizendo que tenho uma aptidão anormal com isso. Por um bom tempo achei que era o cara, o manda-chuva, que tinha um super-poder escondido em minhas entranhas, que este seria o motivo de eu ser especial, ou what-so-ever. Mas aí, essa coisa não parava. E o pior, eu comecei a ler algumas mentiras que eu não queria saber. E então, como toda boa história, a dádiva virou maldição.

Eu me via constantemente rodeado por pessoas que mentiam sem precisar pensar duas vezes. Comecei a me frustrar tanto que quase enlouqueci. Fiquei pregando verdades minhas nas pessoas, para ver se elas se sensibilizavam e paravam com essa loucura de mentir...para ver se elas paravam a minha loucura pessoal...

Isso me fez, aos poucos, mais insensível que um pedaço de rocha. O álcool e o cigarro me ajudaram muito na medida de suas competências. Passei então a ouvir música alta, para silenciar os pensamentos. Esse foi o "combo" que usei por muito tempo. Fui começando a aprender mais e mais sobre as pessoas que me cercam. Não se iluda, porém, caro leitor, ainda não descobri como usar meu dom na sua totalidade. O que sei fazer com ele ainda é brincadeira de criança perto do que quero fazer com ele. Mas isso é assunto para uma outra postagem.

O importante aqui é constatar que essa é a verdade da minha existência caro leitor, que eu vejo sim as mentiras das pessoas, e que o próximo passo é rastreá-las à sua origem, e sentir os medos das pessoas, os anseios...

Tudo escrito daqui pra cima é verdade...

(Ou será que não?)

Saudações e até a proxima!

sábado, 6 de dezembro de 2014

Muito fácil vir dizer como devo viver,
Quando mal sabe que já morri,
Que de mim apenas resta,
Este cadáver a digitar,
E que o que falta aqui,
É um coração para amar.